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Como fazer astroturismo no Chile?

As condições geográficas do Chile fazem do país um verdadeiro laboratório natural, perfeito para estudos científicos e observações astronômicas, pois possui um dos céus mais abertos do mundo.

Estas condições naturais do céu chileno e os impactantes fenômenos captados pelos diversos telescópios instalados no solo nacional chamam a atenção não só de cientistas como também de um número cada vez maior de turistas nacionais e estrangeiros.

Hoje, no nosso território, há dezenas de observatórios que, com diferentes graus de precisão e de alcance, permitem apreciar com maior detalhe as maravilhas do universo. O turismo astronômico, também chamado de astroturismo, vem ganhando importância desde 1998, ano em que abriu o Mamalluca, o primeiro observatório astronômico turístico do país, e até agora o mais visitado entre os observatórios deste tipo.

Atualmente, o astroturismo se tornou uma das opções com maior potencial de crescimento no país, considerando que se tornou uma motivação interessante para visitantes estrangeiros y compatriotas, que se interessam cada vez mais por conhecer esta faceta do desenvolvimento científico nacional, visitando os observatórios como parte de suas viagens ao norte do país. É por isso que o país procura ser o destino astroturístico de maior destaque no mundo até 2025, com a ajuda da Hoja de Ruta del Astroturismo (Roteiro do Astroturismo).

 

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Uma das características principais do crescente astroturismo no Chile é a diversidade de opções. Os mais interessados em conhecer sobre o desenvolvimento científico podem visitar alguns dos projetos internacionais mais importantes, como o ALMA ou o observatório Paranal, que organizam visitas a seus centros de operações.

Além disso, aqueles que querem ter a oportunidade de aprender, e também de observar fenômenos astronômicos, podem visitar um dos mais de 30 observatórios turísticos localizados ao longo do Chile.

A seguir, apresentamos uma lista dos observatórios turísticos e científicos no Chile, organizados por região:

Antofagasta

Concentra a maior quantidade de observatórios científicos, entre os quais se destacam o ALMA e o Observatório Paranal, criados graças a investimentos internacionais, e aos quais se somam o observatório UCN (ex-Sirius), da Universidade Católica do Norte, e o Ckoirama e o Nayra, da Universidade de Antofagasta. Os espaços turísticos são:

Atacama

A região possui duas instalações com focos diferentes:

Coquimbo

É a região com maior número de observatórios no Chile. Possui 11 locais turísticos para observação do universo, além de três onde prevalece o trabalho dos astrônomos: Cerro Tololo, La Silla e Gemini-Sur

Valparaíso

Tem duas instalações para os visitantes admirarem o céu:

Região Metropolitana

Aqui existem três observatórios científicos: o da UMCE, o Parque Metropolitano Manuel Foster (observatório museu) e o Observatório Astronômico Nacional Cerro Calán. Estes dois últimos foram fundamentais no início da astronomia local. Há, ainda, cinco observatórios turísticos:

O’Higgins

Tem dois centros de observação para os cidadãos:

Maule

Aqui existe apenas o Observatório Orión, destinado a todos os públicos (Villa Alegre).

Biobío

A Universidade de Concepción administra um observatório científico, chamado Wangulen Mapu. Além disso, nesta região encontramos quatro observatórios turísticos:

Los Lagos

Apesar de no sul do país a chuva e o céu nublado prevalecerem, existe um observatório turístico da Academia de Astronomia Colegio San Francisco Javier (Puerto Montt).

Mais informações sobre o astroturismo no Chile: chile.travel/que-hacer/astroturismo